sábado, 24 de maio de 2008

Ensaio Fotográfico - Menção Especial: Os Negros de Pedra D’Água: sua Terra, seus Habitantes









Elizabeth Christina de Andrade Lima/ UFCG (ecalima@terra.com.br)

Ensaio Fotográfico: Os Negros de Pedra D’Água: sua terra, seus habitantes

Ano/local: 1992 – Comunidade Rural de Pedra D’Água

Título da Pesquisa: Os Negros de Pedra D’Água: Um estudo de Identidade Étnica História, Parentesco e Territorialidade numa Comunidade Rural

Orientadora: Dra. Josefa Salete Barbosa Cavalcante. PPGS/ UFCG.

Resumo do Ensaio:
A série de seis fotografias a serem expostas no presente Seminário, objetiva trazer ao público alguns cenários da comunidade e dos habitantes da Comunidade Rural de Pedra D’Água, coligidas por ocasião de pesquisa de campo e de coleta de dados realizadas junto ao grupo no ano de 1992. No dia 04 de março de 2004, a referida comunidade recebe o título de remanescente de quilombo. Do período da pesquisa e da captura de imagens fotográficas até a presente data, se passaram 16 anos e é nosso intento rememorar, ao mesmo tempo em que cristalizar, as imagens de um grupo que, consideramos, vem passando por grandes transformações e a principal delas atualmente, é a construção de uma identidade quilombola.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Filme: SERROTE DO GADO BRABO

Autora: Vânia Rocha Fialho de Paiva e Souza/UPE/NEPE-UFPE

Email: vrfps@yahoo.com.br_

Título da Produção: SERROTE DO GADO BRABO

Ano e local da realização: Recife/PE, 2007

Formato Original: ( X ) digital ( ) VHS ( ) película: (35mm, 16mm, Super 8):

Foto: Aurélio Cardoso

Pesquisa e Argumentos: F. Marcelo Ferreira e Vânia Fialho

Edição: Paulo Leonardo

Tempo estimado de exibição: 8’ 24”

Título da Pesquisa: Relatório antropológico para regularização do território quilombola de Serrote do Gado Brabo

Coordenador ou Orientador/Instituição: Vânia Fialho/UPE e NEPE/UFPE

Resumo da Produção:

O vídeo compõe um conjunto de ações em apoio à regularização do território quilombola de Serrote do Gado Brabo, localizado no município de São Bento do Una, agreste pernambucano. Constitui uma série de quadros fotográficos realizados no contexto da pesquisa antropológica sobre essa comunidade, cuja história é marcada pelo cativeiro, pelos caminhos da resistência e pela força da identidade. As imagens retratam o ambiente, a paisagem, assim também como diferentes gerações vivenciando o trabalho e o lúdico no seu cotidiano.

Filme: TORÉ SOM SAGRADO

Autores: Sebastián Gerlic/ONG THYDEWAS e Índios Kariri-Xocó

Email: sebastian.thydewas@gmail.com

Título do filme: TORÉ = Som Sagrado

Direção: Sebastián Gerlic

Produção: Sebastián Gerlic

Ano e local da realização: 2008 / Aldeia Indígena Kariri-Xocó (AL)

Formato Original: (mini DVcam) digital

Tempo de duração em minutos: 13 minutos

Título da Pesquisa: TORÉ

Coordenador/Instituição: Nhenety Kariri-Xocó

Resumo da obra:

Como explica no filme Nhenety - Guardião da memória- "To significa som e Ré significa sagrado; no Toré toda a nossa comunidade esta presente toda a beleza da nossa diversidade unida nocanto e na dança, o jeito brincalhão das crianças, a alegria da mulher, o braço forte do agricultor, as pinturas corporais, os cocares com as penas que nossos caçadores caçaram, as maracás feitas pelos nossos artistas... O Toré fala dos fenômenos naturais e também de nossa história".

Ayra acrescenta: "Hoje estamos também dançando Toré com os não índios para eles sentir na pele que nos não somos mal, é uma forma de promovermos a paz".

Maiores informações em www.indiosonline.org.br/a


Filme: PONTA-DE-RAMA

video

Autora: Juliana Nicolle Rebelo Barretto, Mestranda em Antropologia/UFPE

Email: julianada01@hotmail.com

Título do filme: "Ponta-de-Rama"

Direção: Juliana Barretto

Produção: Laboratório de Antropologia Visual em Alagoas (AVAL) - UFAL

Ano e local da realização: 2007 – Sertão Alagoano

Formato Original: ( X ) digital ( ) VHS ( ) película: (35mm, 16mm, Super 8):

Tempo de duração em minutos: 18'

Título da Pesquisa: “Também Sou Ponta-de-Rama” – Uma Abordagem Identitária dos Índios no Sertão Alagoano

Orientadores/Instituição: Sílvia Martins/AVAL/UFAL e Celso Brandão/ICHCA/UFAL

Resumo obra:

“Ponta-de-Rama” é um vídeo produzido a partir da análise do acervo do Laboratório de Antropologia Visual em Alagoas/ AVAL, registrado durante pesquisa de campo entre as áreas indígenas em Alagoas. Esse vídeo descreve dados etnográficos sobre as etnias Katokinn, Koiupanka, Kalancó e Karuazú, localizadas nos municípios de Água Branca, Inhapi e Pariconha. Sua argumentação tem como tema central as relações étnico identitárias desses povos, expressando representações através de uma delimitação: O xamanismo como propulsor de identidades indígenas no sertão alagoano. Valores internos dos grupos que se auto-denominam “Ponta-de-Rama”, são estabelecidos em relações solidárias, relações primordiais, que também podem ser percebidos como instrumentalistas, visto que a medida em que esses elementos diferenciadores são exaltados, respondem a demandas políticas em busca de reconhecimento étnico. Esse vídeo é a argumentação conclusiva de um trabalho onde o fenômeno da etnicidade foi estudado em um contexto de resistência, ao qual essas populações estão inseridas, contribuindo assim, com a linha de investigação antropológica sobre o Nordeste indígena.

Filme: BARRINHA

video


Autor: Javier Alejandro Lifschitz/Universidade Estadual do Norte Fluminense

Email: jlif@infolink.com.br

Título do filme:Barrinha

Direção: Javier Alejandro Lifschitz

Produção: Javier Alejandro Lifschitz e Alexandro Fiorentino

Ano e local da realização: 2007, Campos dos Goytacazes

Formato Original: ( x) digital ( ) VHS ( ) película: (35mm, 16mm, Super 8):

Tempo de duração em minutos: 18'16''

Título da Pesquisa: Comunidades quilombolas em Campos dos Goytacazes

Coordenador/Instituição: Javier Alejandro Lifschitz/UENF

Resumo obra: Este vídeo é resultado de uma pesquisa sobre a identificação de comunidades quilombolas na região de Campos de Goytacazes. A comunidade de Barrinha, está situada a 10 km do município São Francisco de Itabapoana, importante centro de produção de açúcar no século XIX . A 2 km da comunidade, fica a praia de Manguinhos, onde até o século XIX existia um porto por onde chegavam os navios negreiros. A região de Barrinha, aparece em algumas crônicas do período da escravidão como refúgio de escravos, dada sua geografia circundada de alagados, brejos, riachos e matas virgens e o mar. Atualmente, moram aproximadamente 250 habitantes. Seu Ademar, uma dos principais entrevistados no vídeo é o mais antigo morador com 96 anos de idade. O vídeo, apresenta diferentes aspectos das fronteiras simbólicas da comunidade: memórias da escravidão, as catadeiras de ostras, religião, as parteiras.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Pedra do Gentio









Autor: Rodrigo de Azeredo Grünewald/UFCG

Email: rgrunewald@uol.com.br
Título do ensaio: Pedra do Gentio
Ano e local da realização: 2007
Formato Original: ( X ) digital
( ) analógico:
Quantidade de Fotos e dimensão:
6, 21,6Xx27,9cm
Resumo do Ensaio:
Sob a administração do pajé Augusto Gustavo de Oliveira, os índios de Atikum-Umã (Carnaubeira da Penha – PE) costumam se reunir periodicamente na Pedra do Gentio - lugar sagrado da aldeia Jatobá, onde fazem compromissos espirituais. Dentro e ao redor desta pedra, os Atikum pisam firme, tocam maracás, dançam e cantam toantes, invocando os encantados de luz para irradiar seus médiuns e lhes proporcionar, assim, a comunhão espiritual que celebram.

Filús em Preto e Branco












Autora: Sandreana de Melo Silva/AVAL/Bacharelanda em Ciências Sociais/UFAL

Email: Sandreana_melo @hotmail.com

Título do ensaio: Filús em preto e branco

Ano e local da realização: Abril de 2007, Comunidade Filús- Município Santana do Mundaú/AL

Formato Original: ( x ) digital ( ) dinalógico:

Quantidade de Fotos e dimensão: 6, 30x40cm

Título da Pesquisa: Comunidades em Estudos de reconhecimento

Coordenador/Instituição: Christiano Barros Marinho/UFAL/ITERAL (Instituto de terras e Reforma Agrária de Alagoas)

Resumo do Ensaio:

Filus é uma comunidade quilombola recentemente reconhecida, localizada em local de difícil acesso entre montanhas e serrado no município de Santana do Mundaú em Alagoas. Mesmo reconhecida e juridicamente ter seus direitos como Quilombola, os Filús ainda estão em nível precário no que consiste: A educação, programas de geração de renda, saúde, saneamento básico (falta banheiro, água encanada e tratada,). Sabendo que a saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais. Os níveis de saúde é conseqüência de sua organização socioeconômica e cultural. Os Filus é uma comunidade cativante, as crianças são símbolos do que há de melhor na humanidade. As fotos são recortes congelados de uma realidade, que ressurge não apenas no tempo e no espaço, mas na vontade de construir uma vida melhor, não apenas materialmente, mas interiormente, na busca incessante por uma identidade, orgulhando-se de pertencer e sentir-se parte, não estranhos neste país. E um das melhores forma de encarar as dificuldades do passado,do presente, e buscar um futuro melhor: É sorrindo!

Corpo Ritual: Experiências da Etnicidade Tapeba





Autora: Rita Gomes do Nascimento/Doutoranda da UFRN

Email: potyguara13@yahoo.com.br

Título do ensaio: Corpo ritual: experiências da etnicidade Tapeba

Ano e local da realização: 2007/Aldeia Lagoa 2/Caucaia/Ceará

Formato Original: (x ) digital ( ) analógico:

Quantidade de Fotos e dimensão: 03, 20x30cm

Coordenador ou Orientador/Instituição: Rosália de Fátima e Silva/UFRN

Resumo do Ensaio:

Corpo ritual: experiências da etnicidade Tapeba é o título desse ensaio fotográfico realizado em 2007 entre os Tapeba de Caucaia (CE). Atualmente o grupo está organizado em 17 comunidades, perfazendo aproximadamente 6.000 indivíduos. Por meio da educação escolar estes atores sociais criam eventos que expressam a etnicidade do grupo. Os jogos, as pinturas corporais, os cantos e danças rituais, presentes em eventos ritual-pedagógicos representam importantes modos de expressões de suas experiências. Com efeito, o corpo, como ensina Mauss (2003), é o principal “meio técnico” de expressão do homem, constituindo-se também no tempo/espaço ritual privilegiado nos processos de identificação, trocas simbólico-culturais e aproximações vivenciadas pelos Tapeba em interações com os Tapeba.

Nove Anos de Ressurgimento







Autoria: Juliana Nicolle Rebelo Barretto/Mestranda em Antropologia-UFPE/Pesquisadora do AVAL-UFAL.

Email: julianada01@hotmail.com

Título do ensaio: Nove Anos de Ressurgimento

Ano e local da realização: 2008, Pariconha-AL

Formato Original: ( X ) digital ( ) analógico:

Quantidade de Fotos e dimensão: 6 fotos, 25X30cm

Título da Pesquisa: Karuazu: Identidades Indígenas Visíveis

Orientador/Instituição: Renato Athias/UFPE

Resumo do Ensaio:

No dia 19 de abril desde o ano de 1999 entre os Karuazu é dia de se comemorar publicamente identidades indígenas. Localizada no município de Pariconha no alto sertão alagoano, essa população vem reivindicando seus direitos enquanto etnia se afirmando descendentes dos Pankararu, população localizada em Pernambuco. A esse movimento reivindicatório a princípio intitulou-se “festa de ressurgimento” e nos anos conseguintes comemorou-se o “aniversário da festa de ressurgimento”. As ações que ocorrem nesse dia circulam em torno de dar visibilidade, exaltar-se enquanto indígenas. Essa comemoração representa o ápice da busca do reaparecer com demonstração de rituais sagrados, como a “Brincadeira dos Praias” e o “Toré”, contidos da ancestralidade do Tronco-Panakararu. Os Karuazu, com uma população de aproximadamente 700 pessoas, percorreram um longo processo desde o surgimento da “semente”, forma material por qual os espíritos encantados se manifestam, até o “levantamento da aldeia”, série ações que circulam em torno da organização da população e transmissão de conhecimentos, fatores estes que atuaram não só na garantia na identificação de elementos diferenciadores como também na reafirmação da consciência étnica indígena.

O Trabalho que Modela uma Identidade







Autores: Eulália Bezerra Araújo; Jordânia de Araújo Souza; Luiz Rivadávia Prestes Almeida – Universidade Federal de Campina Grande – UFCG

Emails: eulalia_cg@yahoo.com.br; jordania.souza@yahoo.com.br; antropoluigi@yahoo.com.br

Título do Ensaio: O Trabalho que Modela uma Identidade

Ano e Local de Realização: 2006, Santa Luzia/PB

Formato Original: ( x) Digital ( ) Analógico

Quantidade de Fotos e Dimensão: 6, 20x28cm

Título da Pesquisa: Identidade Quilombola

Orientadoras/Instituição: Elizabeth Christina de A. Lima/UFCG e Mércia Rejane Rangel Batista – UFCG

Resumo do Ensaio:

A cidade de Santa Luzia, na Paraíba, é o berço de uma tradição secular que hoje é uma das características mais marcantes da cultura local: a fabricação de artefatos de barro confeccionados pelas integrantes do Galpão das Louceiras do Bairro São José.

São vasilhames para água, fogareiros, potes, panelas, travessas e vários outros objetos. Eles são elaborados com uma técnica herdada dos escravos africanos trazidos ao Brasil e utilizando o barro encontrado na região; que depois de extraído passa por 21 processo antes da louça ser finalizada.

As louceiras de Santa Luzia perpetuam uma arte introduzida na região pela mulher de um ex-escravo fundador da comunidade quilombola do Talhado.

Esta arte tem se tornado cada vez mais conhecida no Brasil pela singeleza de seus traços que ainda mantêm muito de suas características originais que são transmitidas de geração à geração, sem deixar de lado a criatividade das louceiras atuais.

“Eu Sou Caboclo Índio, Abaixei pra Trabalhar”








Autora: Ana Laura Loureiro Ferreira/ Mestranda Antropologia/UFPE, pesquisadora do AVAL/UFAL.

Email: lauraloureirocso@bol.com.br

Título do ensaio: “Eu Sou Caboclo Índio, Abaixei pra Trabalhar”

Ano e local da realização: Durante os anos de 2004 a 2006, áreas indígenas Xucuru-Kariri, Koiupancá e Karuazu (localizadas em Alagoas)

Formato Original: ( x ) digital ( ) analógico:

Quantidade de Fotos e dimensão: 25 x 30cm

Título da Pesquisa: Especialista Xamânicos Indígenas em Alagoas: Registros Fílmico (2004-2005) e Atlas das Terras Indígenas em Alagoas (2005-2007).

Coordenadora/Instituição: Sílvia Martins/AVAL/Universidade Federal de Alagoas.

Resumo do Ensaio:

As fotos deste ensaio foram registradas entre os povos Xucuru-Kariri, Koiupancá e Karuazu. Percorrendo as áreas indígenas no Estado de Alagoas, nos deparamos com situações diversas e específicas de cada povo. O Toré, com suas singularidades, nos foi apresentado diversas vezes, fosse por que chegamos para alguma festa em que este já estava programado ou por vontade dos próprios indígenas de nos mostrarem seu Toré. O títiulo do ensaio é parte de um Toré cantado por D. Iracema, indígena Koiupancá. Observa-se que um tipo de construção circular, feita com madeira, aberta dos lados e coberta com palha, foi encontrada em diversas áreas indígenas, especialmente nas localizadas no sertão alagoano. Esta construção normalmente ocupa um lugar central na aldeia. Procuro demonstrar como o Toré nos foi apresentado nos seus diferentes contextos.

Assim, destaco o Toré como importante prática que tanto comunica a respeito de suas identidade, como os fortalece em suas reivindicações por visibilidade e direitos indígenas que perpassam a questão da terra, demarcando um território, espaço simbólico que nos fala de suas histórias.

Iemanjá, hoje é teu dia!










Autores: Juliana Nicolle Rebelo Barretto, Mestranda em Antropologia/UFPE e Thiago Angelin Lemos Bianchetti, Bacharel em C. Sociais/UFAL, ambos são pesquisadores do AVAL/UFAL

Email: julianada01@hotmail.com ; bianchetti5@yahoo.com.br

Título do ensaio: Iemanjá, hoje é teu dia!

Ano e local da realização: 2007, Maceió-AL

Formato Original: ( X ) digital ( ) analógico:

Quantidade de Fotos e dimensão: 4 fotos, 25X30cm

Título da Pesquisa: Mapeamento dos Terreiros em Alagoas – Programa Afroatitude

Coordenador ou Orientador/Instituição: Rachel Rocha

Resumo do Ensaio:

As imagens contidas neste ensaio foram registradas a partir de pesquisa etnográfica que objetiva mapear os terreiros do Estado Alagoas. Praticantes de cultos afro-brasileiros pertencentes aos terreiros de várias localidades da capital e de municípios do interior organizam-se em direção ao litoral no dia 8 de dezembro, para cumprirem com suas obrigações enquanto adeptos.

A Praia da Pajuçara, bairro nobre da cidade de Maceió, é o local mais freqüentado para realização dos cultos Afro-brasileiros nesse dia. Faz parte das comemorações darem visibilidade à identidade e suas manifestações através de práticas ritualísticas que envolvem oferendas em agradecimento a Iemanjá. Pequenos barcos carregam as oferendas que são enviadas em destino ao mar, onde tudo é dedicado à Iemanjá com muitas flores e regado por colônia de alfazema.

De forma geral, esse dia, para as religiões afro-brasileiras do Estado, passa a ser concebido como um momento visivelmente marcante para expressar a identidade religiosa desses grupos.

Olhares Cruzados sobre a Assembléia dos Povos Indígenas do Ceará




















Autores: Jaqueline Ciríaco Potiguara (UEPB); Kelly Oliveira (UFPE); Estêvão Palitot (UFCG/UFPB)

Emails: linepotiguara@yahoo.com.br; kelly_emanuelly@yahoo.com.br; epalitot@yahoo.com.br

Título do ensaio: Olhares cruzados sobre a Assembléia dos Povos Indígenas do Ceará.

Ano e local da realização: 2007, Aldeia Buriti (Tremembé)

Formato Original: (X) digital ( ) analógico:

Quantidade de Fotos e dimensão: 6 fotos de 30x40 cm.

Resumo do Ensaio:

O presente ensaio resulta de uma experiência compartilhada de antropologia visual realizada durante a XIII Assembléia dos Povos Indí­genas do Ceará, em dezembro de 2007, na terra indígena Tremembé. A partir de diferentes pontos de vista e interesses os autores buscaram registrar o decorrer da única assembléia indígena em nível estadual realizada pelas lideranças indígenas do Ceará. São olhares cruzados pois a equipe constitui-se não só de antropólogos, mas também de uma historiadora e jovem liderança indí­gena paraibana convidada a participar da assembléia. Assim, a produção das imagens sobre a assembléia deixa de ser puramente a captação do olhar externo, passando a incluir a produção de um acervo de imagens pelos próprios indí­genas. Nas fotos buscamos registrar os momentos componentes da assembléia: rituais, trabalhos em grupo, plenárias e o protagonismo indígena.

Fotografias da Área Quilombola de Matão







Autora: Melise Lima Lunguinho/Bacharelanda em Ciências Sociais/UFCG

E-mail: angeldenoche@bol.com.br

Título do ensaio:Fotografias da área quilombola de Matão

Ano e local da realização: 2008-Comunidade de Matão(município de Gurinhém -PB)

Formato Original: (x)digital( ) analógico:

Quantidade de Fotos e dimensão:5 fotos-12,89X17,17

Título da Pesquisa:Remanescentes de quilombos da comunidade de Matão

Orientador/Instituição: Rodrigo de Azeredo Grünewald/UFCG

Resumo do Ensaio:

Esse ensaio nasceu da execução de Pesquisas de Campo realizadas na comunidade remanescente de quilombolas em Matão localizada no município de Gurinhém, com intuito de elaborar um relatório antropológico visando auxiliar a identificação, delimitação e a titulação desse território.